Chegou a hora de ter um bebê

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Nem sempre a chegada de um filho é planejada. Mas, em muitos casos, alguns casais conseguem estipular um tempo determinado para só “curtirem o casamento” e entrarem no ritmo de casados efetivamente. Depois desse tempo, o casal decide que é hora de ter um bebê, qual é o primeiro passo? Talvez você me responda que é partir para o vamos ver e bater pênalti sem goleiro. Pode ser, mas existem alguns aspectos que devem ser levados em consideração antes da cegonha chegar.

É claro que nem todo planejamento do mundo é garantia de que não haverá alguns perrengues, mas cuidados antecipados podem ajudar que esse processo seja menos, digamos, “arriscado”.

Eu separei 6 dicas para quem está começando a pensar em ter um filho. Todas elas eu tirei do meu próprio check list e tenho tentado segui-lo. Vale lembrar que esses são quesitos meus e não tenho pretensão alguma de criar regras para que alguém tome essa decisão que é particular.

1 – Como vai o seu relacionamento com seu parceiro (a)?

Eu costumo dizer que um filho é a cereja do bolo. Se a massa do bolo estiver solada, não vai ser a cerejinha que vai salva-lo, não é mesmo? Da mesma forma um filho não salva casamento, pelo contrário, se a relação não vai bem das pernas, pode ser que a ter um bebê termine de afunda-la. A chegada do novo membro na família muda por completo a rotina dos pais, muitas vezes muda a rotina da família inteira. Esse período vai exigir muita parceria do casal, paciência com o cansaço e com todo o estresse dessa adaptação.

2 - E a saúde do casal, tá boa?

Acompanhar a saúde é imprescindível em qualquer etapa da vida. No caso da mulher, é muito importante ter o preventivo ginecológico em dia, ter sob controle as taxas de colesterol e açúcar já que, na gravidez, algumas mulheres podem desenvolver diabetes e ter complicações associadas à pressão alta. Em alguns casos, o médico pode recomendar que o parceiro também faça uso de algumas vitaminas relacionados à saúde dos espermatozoides.

Qualquer vitamina e demais medicamentos devem ser prescritos pelo seu médio, por isso, o acompanhamento médico é muito importante.

3 - Claro, dinheiro

Money, bufumfa, faz me rir, dim dim. Não sei como você chama, mas o fato é que vai precisar dele. Hoje há vários aplicativos que ajudam a gente montar um orçamento para diferentes finalidades. Eu usei alguns, mas no fim das contas é a boa e velha planilha excel que tem me ajudado a organizar. 

Fazer uma poupança ou aplicação pode ser uma boa alternativa para não passar muito sufoco quando surgirem os imprevistos e eles geralmente aparecem.

É importante destacar que o valor que você deve juntar vai variar. Talvez o que é imprescindível para uma família pode não ser para outra. Talvez o seu caso envolva obras no quartinho, em outros não. Independentemente do quanto você vai gastar, fazer um levantamento de custos dos itens básicos nos primeiro 12 meses, pelo menos, é muito importante.



4 – Espaço

Se você mora em uma casa grande pode pular esse item, mas se é como eu e mora em um apê compacto, para não dizer minúsculo, leve em consideração isso. Existe um quarto livre no apartamento? Lembre-se que nem só de berço vive um bebê, mas também de carrinho, banheira, brinquedos. Organize os espaços já prevendo esse arsenal.

6 – Carreira      

Pode ser que essa seja a parte mais difícil para algumas pessoas, sobretudo para as mulheres. Infelizmente, muitas empresas ainda enxergam a gravidez e maternidade como um empecilho na doação e produtividade da mulher no trabalho. Seja qual for sua profissão, avalie se você vai e quer conciliar uma rotina profissional com a maternidade. Busque uma alternativa que equilibre suas expectativas. Pode ser que não dê para ser a MEGA profissional e a SUPER mãe ao mesmo tempo, pense nisso. Seja qual for a sua escolha, saiba que ela é somente sua e ninguém poderá te julgar por isso.


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